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	<title>Punknet :: música + informação &#187; Colunas</title>
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		<title>Out Of Radar #26 &#8211; Radio Havanna</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá roqueiros do meu país, a banda da semana vem diretamente da cena punk alemã, mais precisamente de Berlin: Radio Havanna. A banda é para você que curte um punkrock melódico. Com influências claras de bandas como Pennywise, Anti-Flag, Social Distortion, No Use e afins. O bacana é que os caras tem a manha de fazer [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/out-of-radar-26-radio-havanna/' addthis:title='Out Of Radar #26 &#8211; Radio Havanna ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_150221" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/out-of-radar-26-radio-havanna/467471_10150777269981627_199329776626_9815634_1622855163_o/" rel="attachment wp-att-150221"><img class="size-medium wp-image-150221" title="467471_10150777269981627_199329776626_9815634_1622855163_o" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/467471_10150777269981627_199329776626_9815634_1622855163_o-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>
<p class="wp-caption-text">Radio Havanna por: Chris Noltekuhlmann</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Olá roqueiros do meu país, a banda da semana vem diretamente da cena punk alemã, mais precisamente de Berlin: Radio Havanna.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda é para você que curte um punkrock melódico. Com influências claras de bandas como Pennywise, Anti-Flag, Social Distortion, No Use e afins. O bacana é que os caras tem a manha de fazer um som bem melódico cantando em alemão, o que não é uma tarefa muito fácil mesmo para quem nasceu no país. O vocal jus ao estilo do grupo, as vezes no limite da força, mas sem gritar. As guitarras &#8211; mesmo sendo uma ao vivo, são várias no CD &#8211; são bem básicas e seguem a linha das infl;uências da banda, com muitos arranjinhos, oitavadas, mas em sua maioria são bem pontuais, assim como o baixo. As letras são de teor político.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo começou em 2002 e lançou uma demo produzida pelos próprios caras chamada <em>Hossing Bruder</em>. Em 2005 eles lançaram o primeiro álbum pela Fatsound Records chamado, <em>Aus der Traum?</em>, trazendo a banda para o cenário alemão de vez. O disco foi acompanhado de uma tour alemã e austríaca. Na sequência veio o álbum <em>Generation X</em> também pela Fatsound, fazendo eles darem um passo a mais na sua carreira &#8211; o grupo se mudou para Berlin. Em 2010 lançaram o bom <em>Lauter Zweifel</em> e agora, depois de uma tour de 2 anos, lançaram o novo álbum <em>Alerta</em>, lançado pelo selo Uncle M e conta com a participação do Justin Sane, do Anti-Flag na música &#8220;Flüstern, Rufen, Schreien&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os caras já tocaram com uma porrada de bandas conhecidas como Alexisonfire, Lagwagon, No Use for a Name, Sum 41, Good Charlotte, Flogging Molly,  A Wilhelm Scream, e agora iniciam a tour do novo álbum. Estarei lá para conferir, com certeza.</p>
<p>Conheça o Single do Album de 2010, &#8220;Stimme in dir&#8221;:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/-9rZiIVtyBk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>E a música mencionada anteriormente, com Justin Sane do Anti-Flag, &#8220;Flüstern, Rufen, Schreien&#8221;:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/FocSqIUac0A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Até a próxima semana!</p>
<p>Rock on,</p>
<p style="text-align: right;">Por: Pedro Americo – <strong><a href="http://www.twitter.com/@americopedro" target="_blank">@americopedro</a></strong></p>
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		<title>Da Arte De Falar Mal #21 &#8211; Na moral, eca!</title>
		<link>http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal-21-na-moral-eca/</link>
		<comments>http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal-21-na-moral-eca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 04:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[da arte de falar mal]]></category>
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		<description><![CDATA[Cheguei de viagem cheio de amor para dar a este lindo país o qual chamamos de Brasil. Coração aberto. Fiquei com saudade! Decidi abrir a internet e me atualizar. Aí vem a hora que você pensa: - Ah não. Sério? Partiu Iraque. Querem entender por que, em certas horas, quero é estar o mais longe possível dessa terrinha? [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal-21-na-moral-eca/' addthis:title='Da Arte De Falar Mal #21 &#8211; Na moral, eca! ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_139050" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal/179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n-2/" rel="attachment wp-att-139050"><img class="size-medium wp-image-139050" title="179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>
<p class="wp-caption-text">Arquivo Pessoal</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cheguei de viagem cheio de amor para dar a este lindo país o qual chamamos de Brasil. Coração aberto. Fiquei com saudade! Decidi abrir a internet e me atualizar. Aí vem a hora que você pensa:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah não. Sério? Partiu Iraque.</p>
<p style="text-align: justify;">Querem entender por que, em certas horas, quero é estar o mais longe possível dessa terrinha? Não, antes fosse pelo Carlinhos Cachoeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que comecei a coluna, a quantidade de tralheira que chega até a mim tem sido gigantesca. Nunca mais me mostraram bandas boas. Essa vida de Perez Hilton do terceiro mundo tá braba.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eu, curioso como sou, clico em tudo (a sorte é que ninguém quer hackear meu CPU e pegar minhas fotos íntimas. Momento Carol Dick). Não é que me deparei com a seguinte declaração:</p>
<p style="text-align: justify;">“Não ligo se gostam da música, quero que gostem de mim.”</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/05/nao-ligo-se-gostam-da-musica-quero-que-gostem-de-mim-diz-flausino.html">http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/05/nao-ligo-se-gostam-da-musica-quero-que-gostem-de-mim-diz-flausino.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pausa. Plasil. Play.</p>
<p style="text-align: justify;">Se eu fosse da Rolling Stone, colocaria como a maior declaração Forever Alone da história da música. E não só da música brasileira, mas da MUNDIAL. Depois falo que a música brasileira está perdida e tem gente que diz que sou pessimista.</p>
<p style="text-align: justify;">Tamanha pérola só poderia ser do mestre Rogério Flausino, né? O Axl Rose brasileiro, só que não.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí pergunto a vocês: Como não ler a entrevista após essa belíssima chamada? E qual acaba sendo a primeira pergunta da entrevista?</p>
<p style="text-align: justify;">“Como foi a parceria com o Humberto Gessinger?”</p>
<p style="text-align: justify;">Pausa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dedo-Na-Garganta-Vomitando-Frango-Grelhado-Com-Batata-Portuguesa. Play.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse combo foi um massacre pros meus olhos! Miopia chegando com tudo! Ô G1, vamos parar de bagunçar as entrevistas? Só falta agora rolar uma parceria Edson Cordeiro / Di Ferrero. Vamos tentar elevar o nível, falar de algo mais legal, inovar.</p>
<p style="text-align: justify;">E, seguindo minha dica, o entrevistador coroa a entrevista com:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>G1 &#8211; No texto sobre o disco, você cita [o filósofo] Nietzsche. Você lê bastante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rogério Flausino</strong> – <em>O Nietzsche é muito doido. O Márcio [tecladista] lê muito mais. Não sou um super fã, mas já li algumas coisas. Eu comprei uma biografia nova dele, há 15 dias. Agora vou ler. Já comecei duas vezes, mas vou lendo e o cara é muito doido, cita vários malucos. Eu começo a ficar maluco. Eu tenho medo dele.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Nietzsche se revira no caixão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser citado no CD do Jota Quest? AH NÃO! Se fosse eu, voltava do além e gritava para o mundo:</p>
<p style="text-align: justify;">- QUEIMEM MEUS LIVROS! CHEGA! LEIAM CAPRICHO E TODA TEEN!</p>
<p style="text-align: justify;">E o que falar sobre o trecho “já comecei duas vezes”? Frase do século.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine-se conversando com alguém e recebendo tal resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">- Já leu a biografia do Tim Maia?</p>
<p style="text-align: justify;">- Já comecei duas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">É tipo A PIOR resposta que se pode dar. Pior do que:</p>
<p style="text-align: justify;">- Filha, você e o Palhaço Atchim estão mega amigos, tá rolando um clima?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, ele só tá no meu pé depois que engravidei dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Inacreditável. Não dá para pensar duas vezes antes de responder? O negócio é pro G1, não é nem para a PunkNET. Aquele lá as pessoas realmente leem.</p>
<p style="text-align: justify;">Chega, parei com tu, Rogério Flausino! Já não bastava ser irmão do Wilson Sideral? Francamente.</p>
<p style="text-align: justify;">—————————–</p>
<p style="text-align: justify;">Dica da Semana:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/U2IzPoOikf0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
<p style="text-align: right;">Por: Mateus Simões – <strong><a href="http://www.twitter.com/@mateusonese" target="_blank">@mateusonese</a></strong></p>
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		<title>MALDITO PUNK-ROCK CLUB #5 &#8211; La dolce vita de Balotelli</title>
		<link>http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-5-la-dolce-vita-de-balotelli/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<category><![CDATA[La dolce vita de Balotelli]]></category>
		<category><![CDATA[Maldito Punk - Rock Club]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois bem amigos, com os estaduais mais falidos do que nunca com seus vencedores estabelecidos antes mesmo do jogo decisivo, restou a nós, poucos que ainda temos vergonha na cara, procurarmos um paliativo para suprir a necessidade do futebol de domingo. E o marasmo logo foi substituido pela absolutamente inacreditável vitória do Manchester City sobre o Queen Park [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-5-la-dolce-vita-de-balotelli/' addthis:title='MALDITO PUNK-ROCK CLUB #5 &#8211; La dolce vita de Balotelli ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149523" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-4-teo-gutierrez-o-imperador-de-barranquilla/geraldo-4-2/" rel="attachment wp-att-149523"><img class="size-medium wp-image-149523" title="Geraldo 4" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/Geraldo-41-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>
<p class="wp-caption-text">Arte por: Andrei Yurievitch</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pois bem amigos, com os estaduais mais falidos do que nunca com seus vencedores estabelecidos antes mesmo do jogo decisivo, restou a nós, poucos que ainda temos vergonha na cara, procurarmos um paliativo para suprir a necessidade do futebol de domingo.</p>
<p style="text-align: justify;">E o marasmo logo foi substituido pela absolutamente inacreditável vitória do Manchester City sobre o Queen Park Rangers, que rendeu ao Blues não só o seu quarto título inglês, como também o fim de um jejum que já perdurava por 44 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dramática, de virada e com 2 gols nos últimos 3 minutos, a incredulidade no feito passeava não só pelos olhares eufóricos no Etihad Stadium, como de todos os que acompanhavam talvez uma das finais mais emocionantes do futebol mundial nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Personagens? Foram muitos, mas certamente o prometeur da festinha que deve durar pelos menos umas 2 semanas atende pelo nome de:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MARIO BALOTELLI</strong></p>
<div id="attachment_150104" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-5-la-dolce-vita-de-balotelli/mario-balotelli-fireworks-470x352/" rel="attachment wp-att-150104"><img class="size-medium wp-image-150104" title="Mario-Balotelli-fireworks-470x352" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/Mario-Balotelli-fireworks-470x352-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mario Balotelli</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas porque esse italiano, de origem ganesa, gera tanta polêmica por onde passa? Simples, o cara tem a maldade de uns quatro James Brown só na perna direita.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos esquecer os tempos de Itália e focar apenas nas bem-feitorias que nosso querido Super Mario aprontou pela terra da Rainha:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Balotelli já pediu para sair de campo por está com ALERGIA AO GRAMADO de Kiev, em jogo válido pela Liga da Europa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2- Balotelli, durante uma festa, teria incediado sua casa em decorrência dos 20 kilos em explosivos que teria disparado em um dos banheiros da mansão.Mas logo depois, o mesmo pediu cautela ao mexer com explosivos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3- Balotelli foi expulso de sua casa após o ocorrido e teria sido confundido com ladrão por ter ido buscar seus pertences em sua própria casa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4- Ao fim da quinta garrafa de whiskie, Balotelli teria ultrapassado o limite com uma striper em uma boate em Manchester, entrou numa com os seguranças e teria sido expulso a socos e pontapés.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Balotelli foi flagrado fumando um cigarro ao lado de atriz pornô com quem mantinha um caso extra-conjugal. O incidente teria dado fim ao relacionamento estável do atacante.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6 &#8211; Balotelli já teria saído vestido de PAPAI NOEL AZUL e distribuido grana pelas ruas de Manchester. Inclusive, teria hospedado um mendigo no luxuoso hotel onde vivia após ser expulso de sua casa durante o período de natal. (isso é bem feitoria de verdade, né?)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7 &#8211; Balotelli precisava tirar uma água do joelho , parou o carro na frente de uma escola, invadiu e, educamente, utilizou o banheiro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Porém, de todas as travessuras cometidas por esse garoto que mais parece a nova versão do Imperador Nero de Roma, sem dúvidas a melhor de todas foi:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Balotelli admitiu ter um caso com Jenny Thompson, prostituta com quem WAYNE ROONEY teria mantido um caso ao longo da gravidez de sua mulher.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nosso Super Mario, disse ter revelado o relacionamento, pois precisava aliviar o coração, já ocupado pela namorada oficial Rafaella Fico e também por ter sofrido inúmeras propostas indecorosas para manter a história em sigilo. Mas alguém duvida que, fanfarrão do que jeito que é, só jogou a merda no ventilador pra poder tirar a onda de ter furado o olho do maior ídolo na atualidade do Arquirrival??</p>
<p style="text-align: justify;">Dá-lhe Balota!!!!!!</p>
<p style="text-align: right;">Por: Geraldo Ramone – <strong><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-1-chegou-a-hora-da-resenha/www.twitter.com/@geraldoramone" target="_blank">@geraldoramon</a></strong></p>
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		<title>VELHO PUNK #30 – ERA PÓS-SÃO TOMÉ</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 12:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<category><![CDATA[velho punk]]></category>

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		<description><![CDATA[ERA PÓS-SÃO TOMÉ As luzes se apagam no palco e, na pista, milhares de telinhas permanecem acesas. Isqueiros? Poucos. Desde que proibiram os mancebos de darem umas baforadas dentro dos ambientes fechados, elas estão cada vez mais raras nos ambientes fechados (para de rir). Eu falo desses mini Graham Bells mesmo, os ábacos da molecada. [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/velho-punk-30-era-pos-sao-tome/' addthis:title='VELHO PUNK #30 – ERA PÓS-SÃO TOMÉ ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ERA PÓS-SÃO TOMÉ</strong></p>
<div id="attachment_150025" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/velho-punk-30-era-pos-sao-tome/montagem-renata-figueiredo/" rel="attachment wp-att-150025"><img class="size-medium wp-image-150025" title="Montagem - Renata Figueiredo" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/Montagem-Renata-Figueiredo-300x221.png" alt="" width="300" height="221" /></a>
<p class="wp-caption-text">Montagem por: Renata Figueiredo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">As luzes se apagam no palco e, na pista, milhares de telinhas permanecem acesas. Isqueiros? Poucos. Desde que proibiram os mancebos de darem umas baforadas dentro dos ambientes fechados, elas estão cada vez mais raras nos ambientes fechados (para de rir).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu falo desses mini Graham Bells mesmo, os ábacos da molecada. Essas coisinhas que, de tantas funções que possuem, chegam até a funcionar como telefones. Uma constelação de telinhas na escuridão.</p>
<p style="text-align: justify;">Então as luzes se acendem, o gelo seco desenha o palco e tchum, a banda surge com os primeiros petardos da noite com berros e histeria de parte da plateia. Sim, de parte, porque o front permanece com as suas telinhas em direção ao palco. O show come solto e as telinhas permanecem para o alto com seus respectivos donos sérios, olhando a realidade à frente pela minusculosidade portátil.</p>
<p style="text-align: justify;">Esbarrar neles? Não pode, vai tremer a gravação. Não importa o quanto esteja agitada a apresentação, eles vão te dar coices, xingarão, blasfemarão, amaldiçoarão as suas três gerações e, em casos mais extremos, xingarão muito no Twitter e no “Face”. Afinal, é um absurdo essa galerinha aí comparecer aos shows para agitar, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Esses digníssimos membros da geração atual fazem parte do que eu chamo de Era Pós-São Tomé. Ninguém mais acredita só vendo e tocando, é preciso também registrar e compartilhar. Estar lá e experimentar a experiência não basta mais, pois o presente já é passado. O lance é provar que esteve lá. A revolução não será televisionada, mas estará no Youtube.</p>
<p style="text-align: justify;">Opa, parô com o xingamento. Eu não tenho nada contra quem deseja registrar os seus momentos momentâneos a fim de ter boas lembranças do ocorrido, ganhar uns “joinhas” e uns “curtir” pelas redes afora etc. A minha birra é com quem só vai aos locais para isso e, ironicamente, age comose não estivesse lá, mas vai acabar falando que foi, entendeu?</p>
<p style="text-align: justify;">Há extremos em que as pessoas chiam para conseguir lugar para gravar o show do telão. É a mediação da mediação. Meio medíocre, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, procure brandar o seu coração quando estiver filmando uma apresentação e for surpreendido pelas pessoas que foram lá para vê-la. Não queime o seu filme, mesmo que este seja digital.</p>
<p style="text-align: right;">Texto por: <strong><a href="http://www.facebook.com/gporcidonio" target="_blank">Gilberto Porcidonio</a></strong> - <strong><a href="http://www.twitter.com/@_puppet" target="_blank">@_puppet</a></strong></p>
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		<title>Conheça a Banda PUNKULELE</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 05:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[conheça a banda]]></category>
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		<description><![CDATA[Guitarras, bateria, baixo e vocal, normalmente é isso que encontramos em uma banda, não é mesmo? Pois é, mas hoje falaremos de caras que ousaram ir além do comum e deram à cara tapa usando apenas ukuleles. Isso mesmo, vocês leram certo, ukuleles. Trata-se da dupla intitulada Punkulele. A dupla é formada por Luiz Livio [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/conheca-a-banda-punkulele/' addthis:title='Conheça a Banda PUNKULELE ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.punknet.com.br/conheca-a-banda-punkulele/577944_382788078425885_361388607232499_995413_1500852485_n/" rel="attachment wp-att-149998"><img class="alignleft size-medium wp-image-149998" title="577944_382788078425885_361388607232499_995413_1500852485_n" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/577944_382788078425885_361388607232499_995413_1500852485_n-300x112.jpg" alt="" width="300" height="112" /></a>Guitarras, bateria, baixo e vocal, normalmente é isso que encontramos em uma banda, não é mesmo? Pois é, mas hoje falaremos de caras que ousaram ir além do comum e deram à cara tapa usando apenas ukuleles. Isso mesmo, vocês leram certo, ukuleles. Trata-se da dupla intitulada Punkulele.</p>
<p style="text-align: justify;">A dupla é formada por Luiz Livio e Fábio Carcavalli (baixista da Blackjaw), ambos de Santos/SP. Os caras tiveram a brilhante (em minha opinião) ideia de fazer versões de sons punk rock e hardcore de bandas já conhecidas pelo público usando apenas ukuleles. Eles escolhem o som, gravam em vídeo e lançam na net as versões. Já rolou Ignite, Atlas Losing Grip, No Use For a Name, Belvedere e Hot Water Music.</p>
<p style="text-align: justify;">O ukulele é um instrumento típico havaiano, uma espécie de cavaquinho com um som muito bacana que deixa qualquer música com um toque praiano. Os guris fizeram um excelente trabalho com as versões e escolheram sons que todos fãs de hardcore e punk curtem. Dá um conferida abaixo nos vídeos:</p>
<p>Ignite:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/akgwKa2N6fE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Belvedere:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/C9N6xrMX90Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Hot Water Music:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/5S8grEy3SiY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>No Use For A Name:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/SP9Qev7slMs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: justify;" align="right">Semana que vem tem mais música por aqui, bandas novas ou velhas, sons que valham a pena parar um segundinho e conhecer. Eu sigo aqui aguardando sugestões e buscando por novas bandas. Fiquem bem, crianças!</p>
<p style="text-align: right;"> Por : <strong><a href="http://www.facebook.com/cahdecarina" target="_blank">Carina da Silva</a></strong> - <strong><a href="http://www.punknet.com.br/conheca-a-banda-diatribe/www.twitter.com/@cahdecarina" target="_blank">@cahdecarina</a></strong></p>
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		<title>PERNAMBUCO TAMBÉM TEM ROCK, E DOS BONS! #27 &#8211; A Expoideia 2012</title>
		<link>http://www.punknet.com.br/pernambuco-tambem-tem-rock-e-dos-bons-27-a-expoideia-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PERNAMBUCO TAMBÉM TEM ROCK E DOS BONS!]]></category>

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		<description><![CDATA[A Expoideia 2012 Na coluna desta semana eu vou falar de um evento bacana, que está acontecendo em Recife: o Expoideia 2012. Também chamada de feira do futuro, a Expoideia é um evento de abrangência nacional que articula ideias entre três pilares: a tecnologia, a sustentabilidade e a cultura. São várias as atrações da programação [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/pernambuco-tambem-tem-rock-e-dos-bons-27-a-expoideia-2012/' addthis:title='PERNAMBUCO TAMBÉM TEM ROCK, E DOS BONS! #27 &#8211; A Expoideia 2012 ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A Expoideia 2012</strong></p>
<div id="attachment_149894" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/pernambuco-tambem-tem-rock-e-dos-bons-27-a-expoideia-2012/expoidea/" rel="attachment wp-att-149894"><img class="size-medium wp-image-149894" title="expoidea" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/expoidea-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expoideia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na coluna desta semana eu vou falar de um evento bacana, que está acontecendo em Recife: o Expoideia 2012. Também chamada de feira do futuro, a Expoideia é um evento de abrangência nacional que articula ideias entre três pilares: a tecnologia, a sustentabilidade e a cultura. São várias as atrações da programação do evento, no total serão 122 atividades de conteúdo e mais 20 apresentações culturais em formato de shows e mostras artísticas. Serão seis ambientes para atividades: o Círculo das Ideias, o Palco das Ideas, o Espaço Expoidea, o Humor na Feira e o Ambiente de Exposição Interativa , além de espaços de Convivência e interação social.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira edição ocorreu em novembro de 2010, e articulou empresas privadas, firmando importantes parcerias com o poder público Municipal, Estadual e Federal. A segunda edição da Expoidea acontece entre os dias 8 e 13 de Maio de 2012, no Paço Alfândega, bairro do Recife, com mais de 600m² de área expositiva. O evento atende a todas as faixas etárias e cria um ambiente inclusivo e colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as atrações musicais, vários artistas estão presentes no evento , independente de seu estilo musical, entre eles: Criolo (SP), Mamelungos, e o rock local da Nova Hollanda e da Foxy Trio. E o melhor: a entrada para os shows é gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma pena algumas atrações serem tão tarde (alguns shows começam depois das 22h30), e como o evento ocorre durante a semana, faz com que muitas pessoas não possam ir, afinal, ninguém merece chegar em casa por volta das 1h30 da manhã e se levantar às 6h para trabalhar.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto por: <strong><a href="http://www.facebook.com/ubirajaralopes" target="_blank">Ubirajara Lopes</a></strong> – <strong><a href="http://www.twitter.com/@biralopes" target="_blank">@biralopes</a></strong></strong></p>
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		<title>Da Arte De Falar Mal #20 – Back to Brazil</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[babababack]]></category>
		<category><![CDATA[da arte de falar mal]]></category>

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		<description><![CDATA[Alô galera de Cowboy! Cá estou de volta das minhas merecidas férias. Não vou falar mal de ninguém específico hoje. Vou é falar de minha viagem e dos shows que vi por lá. Quem não gostar não come os Skittles wildberry que trouxe na minha mala. Na verdade a minha viagem era para simplesmente visitar [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal-20-back-to-brazil/' addthis:title='Da Arte De Falar Mal #20 – Back to Brazil ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_139050" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal/179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n-2/" rel="attachment wp-att-139050"><img class="size-medium wp-image-139050" title="179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/179884_1831777643546_1513544025_32002362_5381701_n1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>
<p class="wp-caption-text">Arquivo Pessoal</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Alô galera de Cowboy! Cá estou de volta das minhas merecidas férias. Não vou falar mal de ninguém específico hoje. Vou é falar de minha viagem e dos shows que vi por lá. Quem não gostar não come os Skittles wildberry que trouxe na minha mala.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade a minha viagem era para simplesmente visitar a Disney, não tinha intenção de catar algum show específico. O que viesse era lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">- UH! Fora Mateus. Seu capitalista!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Valeu ae, FÃ DE MCDONALDS, legalzão esse Nike no seu pé. Voltei reclamão demais, aviso logo. Estou sem paciência para pessoas malas que fazem montagem do Willy Wonka. Malditos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando. Mesmo sem ter como meta um show específico, decidi averiguar juntamente com a minha linda namorada quais apresentações rolariam na cidade no período que estivéssemos lá. Encontramos duas coisas legais: Tim Barry (vocalista do Avail) e Say Anything (Uma banda de pop-punk que eu curtia muito em 2006, mas estava sem ouvir desde então).</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro show foi a maior concentração de rednecks bêbados + rockeiros falidos + mexicanos punkrockers do mundo. Todos querendo ouvir um bom folk. Chegamos na hora marcada. Resultado? Esperamos uma hora e meia para o começo do primeiro show. É amizade, não é só na OUTS e Audio Rebel que o show atrasa. Galera do folk me aplicou um Axl Rose.</p>
<p style="text-align: justify;">A casa era o The Social. Lugar bem legal, esquema meio pequeno Hangar 110.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro camarada a tocar era “&#8230;&#8230;., the bartender”. O cara tinha um sotaque tão complicado que não entendi o nome dele, só entendi que era um bartender do bar do lado. Ele levou uns amigos beberrões que batiam palma fora do tempo, batiam canecas e gritavam toda hora “Hell yeah my brother”. Esquema figurante de Thelma e Louise.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento a casa já tinha virado uma chaminé! Por que nesse bar podia fumar dentro. E tu sabe como é, né? Galera que curte um folk fuma 13 maços de Marlboro PRETO ao mesmo tempo, no melhor estilo Estelle de Friends!</p>
<p style="text-align: justify;">Logo em seguida rolou o show do Billie &amp; Joe. Dupla que toca umas músicas bonitinhas no violão. O público até que curtiu, e acima de tudo, respeitou. Clima bacana. Eles fazem várias versões acústicas de músicas de punk rock. Recomendo. Segue um vídeo pra animar a coluna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/jxXy9p68dHE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
<p style="text-align: justify;"> Para encerrar, o Tim Barry sobe ao palco, pega o violão e já lança seus folks agressivos de cara. O problema é que após a quinta música eu já tava fedendo tanto, mas TANTO, que o Robson Caetano pós-prova pareceria Chanel nº5. E não era de suor meu cheiro, era de cigarro. Acabei tendo que desistir do show, pois meu olho também começou a ficar destruído. Aguentei umas oito músicas, que foram sensacionais. Fui embora abraçar o Mickey.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte fomos ao The Beacham Theater, do mesmo dono do The Social (que fica colado). A diferença entre os dois é tipo comparar a Praça Mauá com o Taj Mahal. O dono tem uma casa para shows undergrounds pequenos e uma para grandes apresentações. O lugar parecia um teatro, sensacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos na hora de uma banda chamada Fake Problems. A banda era ruim demais, deu vontade até de botar um fone no meu iPod e baixar um Gusttavo Lima. Era uma mistura de vários estilos, mas que não ficava homogêneo. Coisa do capeta. O pior é que a galera cantava tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueci de comentar uma coisa: eu e Luli éramos, definitivamente, as pessoas mais velhas do recinto. Da galera olhar torto e pensar:</p>
<p style="text-align: justify;">- Look that old Guy. I bet he likes old bands like Blink 182.</p>
<p style="text-align: justify;">Ignorei a juventude e parti para o show do Kevin Devine. Show bom demais! Tão bom que a garotada não entendeu muito bem. Pop-rock de qualidade. Assim que acabou o show, fui lá na banquinha adquirir meu CD e uma camiseta. Só que quem tava vendendo era o próprio Kevin Devine. Rendeu um bom papo com o rapaz. Simpatia pura.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda principal da noite entra no palco, o Say Anything. E não é que a banda mudou muito e tá mega chatinha? Eles tem um CD que gosto muito, o “&#8230; is a real boy”. Só que eles tocaram só três músicas desse CD. Vi o show quase todo, fui embora na segunda música do bis, mas é que tava ruim demais. Mandei bem, pois a quantidade de mães na porta já aguardando o filho era tão grande que consegui evitar a muvuca vibe Rua São Clemente às 17:10.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, experiência maravilhosa, pura diversão, mas o que valeu mesmo foi andar na montanha russa do Aerosmith três vezes ao som de Love in the Elevator e Living on the Edge. Hell yeah!</p>
<p style="text-align: justify;">- Partiu Terra Encantanda! Vai na frente. Te encontro lá!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Dica de hoje (#voltanoção):</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/dj6UUDHfhm0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: right;">Por: Mateus Simões – <strong><a href="http://www.twitter.com/@mateusonese" target="_blank">@mateusonese</a></strong></p>
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<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/da-arte-de-falar-mal-20-back-to-brazil/' addthis:title='Da Arte De Falar Mal #20 – Back to Brazil ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>
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		<title>Out Of Radar #25 &#8211; All Shall Be Well</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá roqueiros do meu país, a recomendação da semana vai para os roqueiros que gostam de economizar nas palavras: All Shall Be Well (And All Shall Be Well And All Manner Of Things Shall Be Well). É, o nome é grande assim mesmo, não se assuste. E essas são, provavelmente, as poucas (muitas) palavras que eles [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/out-of-radar-25-all-shall-be-well/' addthis:title='Out Of Radar #25 &#8211; All Shall Be Well ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149694" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.punknet.com.br/out-of-radar-25-all-shall-be-well/3319524712_786928abf3_z/" rel="attachment wp-att-149694"><img class="size-medium wp-image-149694" title="3319524712_786928abf3_z" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/3319524712_786928abf3_z-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">All Shall Be Well</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Olá roqueiros do meu país, a recomendação da semana vai para os roqueiros que gostam de economizar nas palavras: All Shall Be Well (And All Shall Be Well And All Manner Of Things Shall Be Well).</p>
<p style="text-align: justify;">É, o nome é grande assim mesmo, não se assuste. E essas são, provavelmente, as poucas (muitas) palavras que eles falam durante o show. A banda holandesa é uma das revelações da cena alternativa instrumental. Os caras arrebentam. Se você é fã de Explosion in The Sky, Tristeza e afins, essa é a sua banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Os caras fazem um som elegante, variado, intenso, pesado. O som perfeito para você viajar e pensar na vida. As guitarras são muito bem trabalhadas, melodias tristes com arranjos simples, porém eficazes. O baixo é bem presente, e com a bateria, fazem o mood da banda. É legal ver como em algumas músicas a &#8220;cozinha&#8221; passeia em outra direção enquanto as guitarras se matam.</p>
<p style="text-align: justify;">Os caras lançaram ano passado o primeiro álbum chamado Roodblauw, e não é muito fácil de achar, mas vale a pena. O CD é uma obra de arte, com um encarte de 40 paginas que mais parece um sketchbook. Para os coleccionadores, é um prato cheio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ouvir o álbum todo &#8211; ou baixar de graça <a href="http://allshallbewell.bandcamp.com/album/roodblauw" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os caras tem um projecto animal chamado 30 Second Compositon, que como o nome mesmo sugere, são canções de 30 segundos. Segundo a banda, &#8220;ás vezes também é legal ir direto ao ponto&#8221;. Todo mês eles lançam uma música on-line de 30 segundos. Confira as que já estão prontas <a href="http://www.allshallbewell.nl/category/30-second-composition/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E se você está com preguiça de ir direto ao assunto, conheça a banda em dois vídeos animais:</p>
<p style="text-align: justify;">O fodástico &#8220;Something Happened On Our Way Home&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/LWZ2x_QOopQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Real&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/E7FPgjPbIdA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
<p style="text-align: justify;">Divirtam-se e até a próxima semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Rock on!</p>
<p style="text-align: right;">Por: Pedro Americo – <strong><a href="http://www.twitter.com/@americopedro" target="_blank">@americopedro</a></strong></p>
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		<title>Além dos Acordes #27 – Com Gabriel Arbex da banda Zander</title>
		<link>http://www.punknet.com.br/alem-dos-acordes-27-com-gabriel-arbex-da-banda-zander/</link>
		<comments>http://www.punknet.com.br/alem-dos-acordes-27-com-gabriel-arbex-da-banda-zander/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 04:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gabriel Arbex da banda Zander, também conhecido como Sanfoneiro, bateu um papo com a PUNKnet sobre música, estrada, produção musical e sobre os perrengues de bandas independentes, como por exemplo dormir na rua. Gabriel Arbex PUNKnet – Sanfona, como começou sua vida na música? Gabriel Arbex &#8211; Quando era criança, a música que eu ouvia [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.punknet.com.br/alem-dos-acordes-27-com-gabriel-arbex-da-banda-zander/' addthis:title='Além dos Acordes #27 – Com Gabriel Arbex da banda Zander ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gabriel Arbex da banda Zander, também conhecido como Sanfoneiro, bateu um papo com a PUNKnet sobre música, estrada, produção musical e sobre os perrengues de bandas independentes, como por exemplo dormir na rua.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_149678" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.punknet.com.br/alem-dos-acordes-27-com-gabriel-arbex-da-banda-zander/sanfona/" rel="attachment wp-att-149678"><img class="size-medium wp-image-149678" title="sanfona" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/sanfona-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gabriel Arbex</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>– Sanfona, como começou sua vida na música?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Quando era criança, a música que eu ouvia era a que meus pais ouviam, o que tocava pela casa. Certamente fui afetado por isso de alguma forma, mas nãoconsigo apontar nada específico. Acho que a primeira vez que alguma coisa mexeu mesmo comigo foi quando ouvi Guns N’ Roses. Não só as músicas como um todo, mas foi a primeira vez que eu me lembro de ouvir o som de uma guitarra e aquilo me impressionar. Queria poder produzir aquele som também.</p>
<p style="text-align: justify;">Então eu, obviamente, comecei a tentar tocar guitarra. Pouco tempo depois eu conheci Nirvana, que era tão simples e cru que, mais do que tentar tocar, eu vi que era realmente possível. Daí em diante, não parei mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Você tinha algum artista ou banda que te fez querer seguir essa carreira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Seguir carreira? Não sei se dá pra colocar dessa forma. Eu simplesmente sabia, assim que comecei a tocar, que aquilo era importantíssimo para mim e era onde eu tinha que estar. E, ao longo dos anos, foi ficando claro que não fazer música simplesmente não era uma opção. Não tinha essa escolha, tinha que fazer, do jeito que desse.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por outro lado, houve sim bandas e ideias que me influenciaram também de uma forma extra-musical. Ter tido contato com Punk / DIY foi importante nesse sentido. Não só pela ética e pelas ideias práticas de como se lidar com o que existe ao redor da musica em si, como também me mostrou que essa porra é para a vida toda. Não é, nem nunca vai ser, um hobby de fim de semana ou uma diversão casual, é um comprometimento constante comigo mesmo. Talvez dê para chamar isso de carreira, não sei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Você toca guitarra em uma das maiores bandas independentes do Brasil, o Zander. Conta um pouco para a gente da sua trajetória na banda até agora.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Na época em que o Noção de Nada acabou, nós vínhamos já trabalhando em várias idéias novas, fazendo demos para o que seria um próximo disco. Após o fim da banda, havia um consenso entre eu e o Bil de que nós queríamos continuar tocando juntos, tínhamos ideias parecidas no que diz respeito ao que é ter uma banda, e musicalmente funcionava muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Então rolou a idéia de chamarmos o Phil para ajudar a produzir e desenvolver com a gente aquelas músicas que já existiam, e começamos a trabalhar nós três. Foi um período muito legal, de criatividade a mil. A gente se trancava no estúdio e as ideias iam surgindo e se desenvolvendo aos pouquinhos, uma nota de cada vez, Bil gravando bateras, eu gravando baixos&#8230; Sem nenhum compromisso com prazo, direcionamento, shows, nada. Sem saber aonde aquilo ia parar, e essa era a graça. Afinal, não era uma banda ainda, passou a ser quando percebemos que estava ficando bom e ficou claro para todos nós que havia o desejo de levar aquilo adiante. Ainda bem que o Léo apareceu meio que nessa época, ajudou a viabilizar essa vontade. E pouco tempo depois chamamos o Guta e finalmente tínhamos uma banda nova.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre essa primeira movimentação, o primeiro disco sair e o primeiro show, passou muito tempo, quase dois anos. Lembro de sentir um certo frio na barriga, um misto de otimismo, ansiedade e excitação. Pensava “isso aqui tá ficando foda”, realmente acreditava naquelas músicas e naquelas pessoas e na forma como as coisas vinham sendo feitas, e não via a hora de ver isso tudo na rua, ver o que ia acontecer. Porque seja lá qual for a arte que você faz, por mais sincera e verdadeira que ela realmente seja, ela só tem a chance de cumprir seu potencial quando entra em contato com a rua, do lado de dentro ela é limitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, eu já estava com uma séria abstinência de palco, não passava tanto tempo sem pisar em um palco desde que tinha começado a tocar em bandas, na adolescência. Mas valeu cada minuto. De lá para cá foram três discos, turnês suicidas, shows incríveis, amigos pelo Brasil inteiro. Fico muito feliz em ver ralação e dedicação cega tendo contribuído para que as coisas estejam como estão agora, com cada vez mais gente indo aos shows, ouvindo nossas músicas e se identificando com a banda de uma forma ou de outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- No Zander, são dois EPs e um disco full. Conta para a gente um pouco como é o processo de gravação e composição de vocês.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Costuma começar com alguém, na maioria das vezes o Bil, trazendo uma ideia para o ensaio, ou gravando em casa antes para que todos possam ouvir e já chegar entendendo mais ou menos do que se trata. Essa ideia pode ter já uma forma definida e quase final, ou pode ser composta só de algumas partes soltas, ou até mesmo um único riff. A partir daí nós vamos tocando juntos, tentando achar o ponto certo de cada riff, cada passagem, conversando a respeito quando necessário, e nesse meio tempo cada um vai contribuindo com pequenas coisas que podem expandir a ideia original. Muitas vezes estamos todos na mesma página, mas mesmo assim, cada um ouve e interpreta de uma forma, e essa diversidade é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sempre partirmos de um ideia que alguém traz, o processo como um todo é bem colaborativo. <span style="text-align: justify;">Uma coisa que fazemos sempre, e que considero importante, é gravar logo uma demo / pré. Assim que a gente chega em uma forma que faça sentido minimamente, por mais que a gente saiba que “ainda não tá lá”, é feito um registro. Para julgar os arranjos, saber onde existem choques e ter uma noção geral de como as coisas estão soando, ouvir uma gravação é muito mais eficiente do que tentar discernir elementos no meio da demência do ensaio. É bem comum termos várias demos das mesmas músicas antes da gravação definitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de gravar, nós simplesmente reservamos os dias necessários no Superfuzz e mandamos brasa. Como o estúdio está sempre ocupado com outros projetos e bandas, é bem raro o termos à disposição. Uma vez lá, a gente faz o esquema “linha de montagem”. Fazemos todas as guias, depois todas as a bateras e por aí vai. E na última hora, o Bil vai lá e grava os vocais. E é quando as músicas finalmente tomam forma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Recentemente, vocês também lançaram o Split Chumbo com outras bandas da cena. Como está sendo a repercussão desse trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Está sendo ótima. O formato split é muito legal. E durante um bom tempo, foi muito comum, não só lá fora como aqui também (o “Faces do Terceiro Mundo” é um bom exemplo). Mas há muito tempo que, pelo menos no Brasil, ninguém fazia nada parecido. Então, acho que o Chumbo é um resgate interessante. Não só do formato em si, mas também um resgate de toda uma forma DIY de pensar o que é ter umas ideias, uma banda, e querer compartilhar isso tudo. Espero que as pessoas que se interessaram pelo disco saquem isso, e levem a ideia adiante, façam seus próprios discos e se movimentem à sua maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, o que melhor encapsulou todo o espírito do disco foi a turnê que fizemos. Quatro bandas ali, juntas, com o mesmo objetivo: mostrar não só a música, mas também uma ideia de como achamos que as coisas devem ser feitas. E nos divertimos para cacete nesse meio tempo. Fazia tempo que eu não sentia, tão latente, esse espírito de camaradagem entre bandas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Por falar em gravação, você também trabalha com produção musical no Estúdio Superfuzz junto com o Gabriel Zander (Bil). Conta um pouco da sua vida nesse ramo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; A primeira vez que eu entrei em um estúdio eu devia ter uns 15 anos. Fiquei fascinado, e soube imediatamente que era um tipo de ambiente onde eu gostaria de estar sempre. E a partir dali eu tive isso como um objetivo, sabia que queria trabalhar com gravação e produção, embora ainda não soubesse muito bem como. Fui fazer faculdade em outra área e tal, mas sabia que o que eu queria mais fazer, além de tocar, era gravar. Música sempre foi uma coisa importantíssima para mim desde que comecei. Queria que fosse uma experiência total, então acho natural que eu acabasse gravitando para essa área também.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, era muito comum as minhas primeiras gravações não soarem nem próximas dos discos de rock que eu gostava. Isso porque os técnicos, independentemente da competência, não tinham as mesmas referencias que eu, a estética era completamente outra. E eu sabia que, se aprendesse o ofício, poderia fazer discos da forma que eu gostaria que fossem feitos quando era moleque. Fiquei sabendo de um curso de áudio que existia aqui no Rio (era o único do Brasil na época, se não me engano) e fui fazer. O professor trabalhava num estúdio grande daqui do Rio, e no final do curso me chamou pra trabalhar lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhei em estúdios grandes durante um bom tempo, em discos de artistas bem grandes também. Mas foi no Superfuzz que eu passei a exercer o ofício de verdade. Pude botar em prática todas as referencias que eu tinha, e comprovei que fazer algo do jeito que você acha que deve ser feito é sempre o melhor caminho. Claro que existe muita tentativa e erro, afinal o aprendizado é, e sempre vai ser constante, mas assumir esse compromisso com a própria visão das coisas sempre vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">E, claro, nesse processo tive, e ainda tenho, a oportunidade de trabalhar com bandas incríveis. Tenho muito orgulho do trabalho que fazemos no Superfuzz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Antes do Zander, você também tocou na histórica banda Noção de Nada. Como foi o tempo em que você tocou no Noção de Nada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong>  &#8211; Foi um período importantíssimo da minha vida, um enorme aprendizado. E não só pelo lado artístico, no qual eu cresci muito, mas também porque o Noção foi a primeira banda que eu tive que operava em um nível mais alto de comprometimento. Era um trampo mesmo. Quando eu entrei, a banda já era bem conhecida, tinha compromissos, fazia muitos shows e tinha fãs em tudo quanto é canto. Então, para mim, foi como ser jogado no meio de um furacão, com tudo o que isso pode ter de positivo. Conheci o Brasil quase inteiro tocando com o Noção, e descobri que viajar incessantemente é uma das coisas que eu gosto em ter uma banda, por mais difícil que seja muitas vezes. E acabei me acostumando tanto a essa rotina que até hoje eu me sinto esquisito quando por acaso fico muito tempo sem viajar para tocar, bate uma inquietude estranha.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente o Zander acabou sendo uma banda ainda mais estradeira que o Noção. Não trocaria por nada as experiências que tive com o Noção de Nada, e fico feliz quando lembro que fiz parte disso tudo. Era uma banda foda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet &#8211; Além de Zander e Noção de Nada, você tocou no Nipshot e no Discoteque. Como foram essas experiências?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong>  &#8211; O Discoteque foi muito divertido, tinha um certo clima de semi-fanfarronice, e eu gostava muito das músicas. Os shows também eram muito doidos e completamente imprevisíveis, e eu adorava isso. Eu tenho a impressão de que, musicalmente, era uma tanto “off” em relação ao que rolava na época, pelo menos dentro da cena hardcore. Mas, de qualquer forma, dentro da banda não havia uma unidade criativa muito forte entre todos, tanto que foi acabando naturalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O Nipshot foi, musicalmente, uma das experiências mais intensas que eu já tive. Tinha um nível de entrega ali, no momento em a gente tocava, que era forte mesmo. Ainda bem que, recentemente, o disco que a gente tinha começado a gravar há tanto tempo e foi quase engavetado quando a banda parou, finalmente saiu. Seria um desperdício aquelas musicas não serem ouvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente, a banda voltou à ativa. Não estou mais tocando com eles, mas pude ver um show recentemente, e foi um tapa na cara. Incrível mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Você tem alguma paixão além da música?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong>  &#8211; Desde que comecei a me envolver de verdade com música, seja tocando, gravando, ou simplesmente ouvindo, nunca me dediquei com tanta vontade e teimosia a mais nada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Tem algum show que ficou marcado em sua vida como um dos mais especiais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Tem vários, especialmente no baú do Noção e do Zander. Mas um que eu não esqueço nunca, de tão inusitado, foi com o Discoteque em São Leopoldo (RS), devia ter umas 20, 30 pessoas no máximo assistindo, e ninguém fazia a menor idéia de quem a gente era, mas foi uma catarse completa. Foi a primeira vez que vi gente que não conhecia as músicas subir no palco para cantar com a banda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Qual foi o maior &#8220;perrengue&#8221; que você já passou na estrada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Dormi na rua uma vez. Estávamos em Arroio do Sal (RS), e depois de um show esquisitíssimo em um caminhão de som muito tosco, o produtor, que nos arranjaria um lugar para ficar, simplesmente sumiu, evaporou. Como os hotéis estavam todos fechados ou lotados, não tínhamos pra onde ir e ficamos perambulando pela praça. O dono de um dos bares concordou em deixar algumas cadeiras do lado de fora depois de fechar. Ficamos lá alternando entre as cadeiras e a sarjeta até a tarde do dia seguinte, quando finalmente conseguimos pegar um ônibus até Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi com o Discoteque isso, banda curiosa, aparentemente minhas experiências mais extremas foram com ela&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Como você avalia a cena independente brasileira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Tenho tido uma impressão bastante otimista, tomara que eu esteja certo. Houve um período recente em que parecia haver um objetivo comum, espalhado pelas bandas, de chegar na grande mídia, assinar com major e fazer esse jogo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi generalizado, mas certamente foi uma tendência. Mas, de qualquer forma, isso parece ter passado. Até porque essa ideia de “chegar lá” é meio turva hoje. Onde é “lá”? As gravadoras estão em frangalhos, ficou claro que o modelo clássico de negócio deles já não funciona mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o fato de quase ninguém mais pagar pela música que ouve ainda prejudica os independentes, porque vender CD’s era uma forma das bandas terem algum retorno financeiro. E banda, para existir e operar de verdade, custa dinheiro mesmo, quem tem uma sabe disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas estamos passando por um período de transição, um certo limbo. O lance é entender, e aceitar, que as coisas estão mudando e continuar trabalhando. Mais à frente, a tendência é que se estabilizem de alguma forma. Não tenho respostas, mas estou curioso para ver como vai ser isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- E você que é um profissional da área. O que você acha das gravações feitas em casa por algumas bandas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; Nunca foi tão fácil e barato gravar em casa. E essa democratização é positiva, porque permitiu a muita gente aproveitar essa possibilidade e começar a experimentar, e eu me incluo nisso. Mas, por ter muito mais gente gravando, consequentemente tem muito mais gente gravando mal. As ferramentas básicas estão mais acessíveis, mas elas são só isso, ferramentas. E o domínio delas é só uma parte do trabalho de gravar e produzir. O processo todo envolve técnicas muito específicas, é uma área de conhecimento bem vasta. E, além disso, mesmo que você saiba muito bem o que está fazendo, a estrutura de um estúdio faz muita diferença. É um espaço 100% dedicado, com tratamento acústico, equipamento escolhido a dedo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que há quem consiga chegar em bons resultados fazendo em casa, mas eu diria que são exceções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Quais os planos pro futuro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arbex</strong> &#8211; No Zander, estamos no momento trabalhando em músicas novas. Estou muito empolgado com o que tem saído e não vejo a hora de gravar e botar na rua. E também quero, principalmente, me concentrar cada vez mais em gravar e produzir bandas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PUNKnet</strong> <strong>- Esse espaço é seu, deixa uma mensagem pra quem está lendo essa entrevista.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigado, Romulo e PUNKnet, pelo espaço. Quem quiser saber sobre o que a gente anda fazendo no estúdio e com o Zander, e entrar em contato para o que for, <a href="http://www.superfuzz.com.br" target="_blank">www.superfuzz.com.br</a> e <a href="http://www.zanderblues.com" target="_blank">www.zanderblues.com</a></p>
<p style="text-align: right;">Por: <strong><a href="http://www.facebook.com/romulo.ndn" target="_blank">Rômulo Oliveira</a></strong> - <strong><a href="http://www.twitter.com/@romulo_oliver" target="_blank">@romulo_oliver</a></strong></p>
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		<title>MALDITO PUNK-ROCK CLUB #4 &#8211; TEO GUTIERREZ: O IMPERADOR DE BARRANQUILLA</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Punknet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Maltido Punk - Rock Club]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149533" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-4-teo-gutierrez-o-imperador-de-barranquilla/teogutierrez_fonte_ig/" rel="attachment wp-att-149533"><img class="size-medium wp-image-149533" title="teogutierrez_FONTE_IG" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/teogutierrez_FONTE_IG-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>
<p class="wp-caption-text">Teo Gutierrez por: IG</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegou a hora de começarmos a separar os meninos dos homens. Esta semana teremos todos os jogos de volta das oitavas de final da Libertadores que definirão quem se mantém vivo no sonho de colar em Tóquio no fim do ano. Dentre todos os brasileiros vivos na competição, o Vasco é o único que tem a ingrata missão de decidir a vaga fora do Brasil, quando enfrentará o Lanus, na Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos hermanos, não sei quase nada. Sei apenas que contam com o imortal Camoranesi, campeão do mundo pela azurra em 2006 e rola um atacante chamado Regueiro, que só pela alcunha já merecia o título sem qualquer discussão. Mas já que o mundo é injusto e eu também não vou fazer nenhuma análise tática acerca dos argentinos, vamos ao que interessa:</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é o merdeiro do Lanus?</p>
<p style="text-align: justify;">Amigo, é um time pequeno, de periferia e ARGENTINO, portanto eu arriscaria dizer que ao menos 30 % do elenco deve ter passagem pela polícia (não esqueçam que a estrela do time se chama Regueiro, cumpadi). Mas, se qualquer tipo de dúvida ainda pairava sobre quem seria o cabeça da quadrilha, os própios granates resolveram meu problema contratando ninguém menos que TÉO GUTIERREZ para essa fase decisiva da Libertadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Você deve estar se perguntando quem é o boneco. Pois bem…vos explico. Esse jovem, natural de Barranquilla, na Colômbia (nem preciso falar mais nada, né?), é simplesmente um dos caras mais porra louca que vi na vida. Após ganhar notoriedade defendendo o Junior de sua terra natal, transferiu-se a peso de ouro para o Trabzonspor, da Turquia. Pelos lados de lá, o sujeito foi campeão da Copa e da Liga turca, mas acho que o soco que deu na cara de Ibrahim Toraman, do Beskitas, em um clássico local, fez com que esse colombiano diplomático se tornasse um herói em Istambul.</p>
<p style="text-align: justify;">Encerrou a sua passagem pela Turquia a &#8220;la Imperador&#8221;, vindo defender a seleção colombiana pela eliminatórias da Copa e simplesmente N-Ã-O V-O-L-T-O-U mais para defender o time turco. Dada a situação, o atacante foi negociado junto ao Racing argentino e lá ficou por menos de um ano.</p>
<div id="attachment_149532" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-4-teo-gutierrez-o-imperador-de-barranquilla/patricia-amorim_fonte_lancenet/" rel="attachment wp-att-149532"><img class="size-medium wp-image-149532" title="Patricia-Amorim_FONTE_LANCENET" src="http://www.punknet.com.br/wp-content/uploads/Patricia-Amorim_FONTE_LANCENET-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>
<p class="wp-caption-text">Patricia Amorim por: Lancenet</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A rápida passagem pelo time de Avellaneda não deveu-se a qualquer deficiência técnica. Pelo contrário. Destaque do time celeste, havia rumores que de uma transferência do centro-avante para o Porto. Porém, após sucessivas confusões dentro e fora de campo, Teo atingiu o máximo da insanidade ameaçando goleiro de sua equipe com uma ARMA dentro do vestiário após partida pelo campeonato local.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que o pagode deu ruim, o RH deu baixa na carteira e, agora, a jovem promessa ganha nova chance do o Lanus, podendo estrear essa quarta-feira. Mas caso essa união não renda bons frutos, dado o curriculum da fera, já há interessados né, Patricia???</p>
<p style="text-align: right;">Por: Geraldo Ramone – <strong><a href="http://www.punknet.com.br/maldito-punk-rock-club-1-chegou-a-hora-da-resenha/www.twitter.com/@geraldoramone" target="_blank">@geraldoramone</a></strong></p>
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