Infelizmente essa semana não contaremos com a habitual coluna do nosso amigo Pedro Américo, que teve uns imprevistos de trabalho, mas voluntariosamente e apenas por uma edição irei tentar honrar o trabalho do nosso colunista oficial.
Conversando com uma amiga e trocando figurinhas sobre bandas e projetos paralelos, ela me enviou um vídeo seguido das palavras “olha” e “curte ai”. Bom, e foi assim que tudo começou, assim apresento para vocês a Franky Lee, projeto paralelo de Mathias Färm (Millencolin), que tem o nome oriundo de uma música de Bob Dylan, ”The Ballad of Frankie Lee and Judas Priest”.
Além de Mathias, o grupo sueco ainda conta com Fredrik Granberg e Magnus Hager, fechando um power trio em grande estilo. O som é um pouco mais pesado, obscuro e grave, um pouco distante do Millencolin. Isso sem comentar o vocal de Mathias, que acaba por dar um toque todo especial para as músicas. A guitarra é bem pegada, com riffs que marcam todas as suas canções, suprindo totalmente a necessidade de uma outra. A bateria é simples, mais sempre com uma quebrada bem legal, deixando o som bem pegado e o baixo engorda bastante a música, seguindo muito a onda da som. As letras tem como temas os problemas cotidianos.
Os caras lançaram em 2007, um ano após o seu nascimento, o seu primeiro álbum, Cutting Edge, que é um ótimo cartão de visitas, para quem estiver a oportunidade de ouvir, vai curtir e muito, porque uma música acaba desencadeando a outra, da forma que todo trabalho deveria ser feito. O segundo disco, There is No Hell Like Other Peoples Happiness, de 2011, segue mantendo a linha do trabalho anterior, sempre com peso e um ar bem obscuro. No entanto, algumas músicas tem uma pegada mais animada, mais nada que fuja das raízes da banda.
Então para quem estiver curioso, vale a pena conferir o som da Franky Lee.
Confira o clipe da música “The World Just Stopped”:
Ouça a faixa “Be Real”:
Texto por: Dav Campos - @davinreallife


















